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Nenhum governo – nem mesmo o da China – pode parar o Bitcoin

setembro 19th, 2017 Posted by Bitcoin, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Nenhum governo – nem mesmo o da China – pode parar o Bitcoin”

Nas últimas semanas, o mercado de criptomoedas viveu um verdadeiro pânico, resultando em quedas seguidas na cotação do bitcoin e de altcoins em geral. Tudo isso graças a um velho conhecido: a China e suas tentativas de parar o Bitcoin.

O governo chinês decidiu atuar com mais rigor e controle no mercado. Primeiramente, anunciou o bloqueio de todas as operações de lançamento de novas moedas, as ICOs. Alegando a “falta de controle” do mercado e a proteção dos investidores, o lançamento de novas ICOs foi proibido no país, o que, de cara, derrubou o preço de moedas que oferecem plataformas de lançamento de tokens, como a ethereum e waves.

Em seguida, o ataque foi redirecionado para as exchanges de bitcoin chinesas. O órgão de segurança local anunciou que todas as exchanges sediadas no país teriam até o dia 30 de setembro para encerrar as suas atividades, com exceção da Huobi e da Okcoin, cujas licenças foram estendidas até o final de outubro. A primeira empresa a se pronunciar foi a BTCChina, que confirmou o encerramento das operações de venda.

Além disso, a fala de Jamie Dimon, executivo do banco JP Morgan, que afirmou que o bitcoin seria uma “fraude”, comparável à mania das tulipas do século XVII. O efeito foi imediato: a cotação do bitcoin – que tinha chegado a bater 5000 dólares no início do mês – rapidamente derreteu, chegando a encostar nos 3000 dólares. Foi a deixa para que os detratores do bitcoin surgissem com os argumentos de sempre: a moeda “morreu”, é melhor vender tudo ou ficar de fora enquanto é tempo, chegou a hora de parar o Bitcoin, e por aí vai.

Pois bem, alguns dias após esses eventos, vemos que o bitcoin realmente… reviveu! Assim como o Kuririn do desenho Dragon Ball Z, a moeda “morreu” e voltou a se recuperar. Hoje, a cotação já voltou a patamares próximos dos 4000 dólares, a crise chinesa já acabou e as negociações do ativo continuam normalmente. Lembrando que a mesma China chegou a proibir as negociações de bitcoin por alguns meses, em 2013. Mas teve que voltar atrás depois que o aumento das negociações em P2P tirou todo o controle do governo sobre a fiscalização desse dinheiro.

Esse episódio traz uma importante lição: nenhum governo, por mais rico e autoritário que seja, conseguirá proibir totalmente o uso da moeda. O bitcoin é imparável.

O mercado de exchanges

Regulamentar um mercado de crescente inovação como o mercado de criptomoedas quase sempre irá resultar em dois fatores: altos custos e queda de inovação. Nova York é um grande exemplo disso.

Até 2015, a cidade era um verdadeiro polo de inovação em criptomoedas e blockchain. Várias empresas surgiam lá, a concorrência estava forte e ativa e eventos e conferências eram realizados na cidade. Até que entrou em cena Benjamin Lawsky e sua famigerada BitLicense, a qual implantou uma pesada e onerosa regulamentação para as empresas sediadas na cidade. Em consequência, várias delas saíram de cena (se mudando ou fechando as portas) e o mercado local praticamente acabou.

Caminhos opostos foram seguidos por países como Austrália e Japão. O primeiro deles chegou a fazer uma bitributação nas transações com bitcoin, o que levou pessoas a passarem a usar o mercado P2P (onde se negocia diretamente com outras pessoas, sem a necessidade de uma corretora) ou para exchanges de outros países. Em consequência disso, o governo perdeu o controle sobre as negociações com a moeda – que, ironicamente, era o oposto do que eles pretendiam com a regulação. Isso levou a uma nova regulamentação, que agora prevê a ausência de taxação.

O Japão, por sua vez, acabou fazendo a lei considerada a mais amigável para as empresas e o mercado de criptomoedas. Isso, por consequência, transformou o país em um porto seguro para quem desejava se proteger contra as intervenções chinesas, fazendo o país se tornar um dos maiores mercados do mundo.

Não é possível parar o Bitcoin por causa de sua natureza livre

Exchanges podem ser reguladas. Podem ser taxadas, monitoradas, e até mesmo proibidas. Governos exercem um enorme poder sobre essas empresas – e o episódio da China deixou isso bem claro. Porém, quando a análise parte para a moeda em si, podemos afirmar que a lei estatal é totalmente ineficiente em parar o bitcoin. De fato, quase inútil.

O bitcoin foi criado para fugir de qualquer controle estatal. A natureza da moeda, o fato de ser negociada em uma rede onde não há nenhuma identificação direta dos usuários, e também não ser controlada ou ditada por nenhum governo, são fatores que tornam qualquer lei que controle o sistema em uma simples peça de ficção. Não existe um meio de derrubar a rede Bitcoin (a não ser derrubando toda a internet, incluindo redes governamentais), não existe forma de confiscar fundos que estejam em carteiras privadas, tampouco há como fazer políticas monetárias com a moeda (como “programas de estímulo” e outras políticas inflacionárias).

E esse era o principal objetivo de Satoshi Nakamoto ao apresentar seu White Paper e posteriormente criar a moeda: torná-la livre de qualquer alcance de governos. Ele viu a crise de 2008 e sabia muito bem o enorme poder que advém do controle da produção do dinheiro – e que esse poder sempre será usado por poderosos contra o povo. E eis o mote de criação do bitcoin: transferir esse poder para os verdadeiros detentores da moeda.

Além disso, a utilidade do bitcoin vai muito além da moeda. Pelo fato do blockchain ser uma segura e completa rede de registros de transações, ela agrega um enorme valor para pessoas que desejam registrar bens, propriedades ou qualquer outra coisa. E enquanto esses benefícios forem reais e agregarem valor para quem usa, a rede seguirá tendo transações – e o bitcoin seguirá tendo valor.

Conclusão

Governos podem continuar a sua jornada para parar o bitcoin e outras criptomoedas. No entanto, os resultados sempre serão contrários aos pretendidos, por melhores que sejam as intenções dos governantes. Trata-se da fuga, para outros países e regiões, de todo um ecossistema de investimentos, empreendedores, desenvolvedores, inovações e usuários.

Ao invés de seguirem o caminho chinês, os próprios governos podem ter maiores ganhos se seguirem o exemplo do Japão, permitindo o livre mercado e abraçando a tecnologia ao invés de repeli-la. Afinal, os benefícios do bitcoin não apenas vão muito além da moeda em si, como também as poucas experiências de regulamentação tem se mostrado desastrosas.

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Como o Bitcoin pode ajudar na sua Diversificação de Investimentos

setembro 18th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos, Reportagens 0 comments on “Como o Bitcoin pode ajudar na sua Diversificação de Investimentos”

Diversificação. Enquanto algumas pessoas defendem que a diversificação de investimentos é o caminho para fazer um investimento seguro e com menor risco, outros – como Warren Buffet – dizem que apenas diversifica quem não entende o que está fazendo. Nem tanto ao mar nem tanto à terra, esta palavra pode ser um grande dilema para a maioria dos investidores, iniciantes ou mais experientes.

Diversificação de investimentos implica em possivelmente abrir mão da possibilidade de ter maiores ganhos para ter uma segurança extra para a sua carteira. Assim, qual é a solução que pode ajudar a balancear realmente a sua carteira, defendendo seus investimentos mas sem deixar de lado maiores lucros? A resposta é o Bitcoin.

Entendendo o que é o Bitcoin

Não é porque o Bitcoin subiu mais de 60.000% desde 2012 que ele deve ser escolhido como um papel a mais na sua carteira. Devemos, antes de tudo, entender o que é o Bitcoin. Resumidamente, o Bitcoin é, ao mesmo tempo, um sistema de pagamentos e uma moeda digital. Ele não é controlado por ninguém e a transferência de recursos pode ser feita diretamente entre as pessoas, sem a necessidade de um intermediário (como um banco).

Enquanto sistema de pagamento, ele é revolucionário devido à sua tecnologia blockchain, onde as transações são criptografadas e registradas como um grande livro razão, descentralizado e inviolável. Enquanto moeda, é deflacionário, pois existe uma quantidade finita (como o ouro) e uma demanda crescente. Esta demanda maior que a oferta faz com que a relação do Bitcoin com as outras moedas cresça rapidamente, resultando nesta grande valorização que citei no começo do artigo.

E não, o Bitcoin não é uma bolha, nem pirâmide financeira. O seu valor não depende da promessa de que um dia a moeda será utilizada como meio de pagamento ou da expectativa de que mais pessoas comprarão o ativo. Ele já é efetivamente utilizado hoje por diversas pessoas e empresas como meio de pagamento e reserva de valor, e isso se deve às suas diversas vantagens – transações mais rápidas, seguras, privativas e baratas. A demanda real pela moeda já existe.

Existem algumas pessoas que também reclamam de que o Bitcoin só seja usado por criminosos ou golpistas. A moeda não apenas é utilizada para diversos fins – inclusive benéficos, como doações para ONG’s internacionais -, como também todas as moedas podem ser utilizados para fins bons ou ruins. Golpes contra o sistema financeiro existem desde quando o mundo é mundo, e nenhum sistema é protegido de pessoas. Quem pratica um crime o faz com Bitcoin, com Dólar, com Reais ou qualquer outro produto. A culpa está nas pessoas, não na moeda.

Usando o Bitcoin na sua Diversificação de Investimentos

Entendendo o que realmente é e como funciona o Bitcoin (e, se você tiver interesse, pode baixar o nosso ebook para iniciantes em Bitcoin) começa a fazer sentido a usá-lo como um elemento para a diversificação dos seus investimentos. Em uma economia onde temos o risco inflacionário, com bancos centrais do mundo inteiro imprimindo dinheiro sem controle (o chamado quantitative easing) e onde também temos riscos políticos, como os recentes casos de corrupção descobertos no Brasil e seus diversos impactos no mercado financeiro, o Bitcoin passa a ter um papel importante nos seus investimentos, pois ele não é afetado por estes elementos. Ou até é, mas positivamente, no caso da impressão de dinheiro dos bancos centrais, justamente por ele ter essa característica deflacionária e não poder ser emitido descontroladamente.

É claro, existem os seus riscos. O Bitcoin é relativamente recente (2008) e ainda é pouco conhecido pelas pessoas. Adicionalmente, ele sofre constantes ameaças de boicotes por parte dos reguladores do sistema financeiros, políticos e grandes bancos. E não, este não é um discurso contra o sistema. O fato é que, quem controla o dinheiro – e ganha com taxas, regulamentações e regras sobre o mesmo – não vai aceitar assim tão facilmente a existência de uma moeda concorrente, livre e descentralizada. Portanto, para equilibrar o risco, a resposta é diversificar.

Para abrirmos o pensamento sobre a possibilidade de fazer diversificação de investimentos com o Bitcoin, vamos analisar uma carteira hipotética, conservadora, com 80% em um investimento de renda fixa, 18% atrelados ao Ibovespa e outros 2% em Bitcoin. Uma carteira assim, considerando apenas o CDI e o IBovespa, de 2012 a agosto de 2017 anos apresentou o seguinte retorno:

 

Ano IBovespa CDI
2012 7,4% 8,4%
2013 -15,5% 8,1%
2014 -2,9% 10,8%
2015 -13,3% 13,2%
2016 38,9% 14%
2017 16,2% 7,1%

 

Já o Bitcoin saiu de U$6 em 2012 para bater cerca de U$3900 nos preços de hoje. Se sua carteira fosse de R$10.000,00 o investimento inicial em Bitcoin teria sido de apenas R$200,00. Porém, desde 2012 estes 200 reais hoje valeriam mais de 10 vezes todo o resto da carteira. A conta fica desproporcional: 2% do seu investimento teria te rendido mais de 10x todo o valor da carteira. E o seu risco? Teria sido de apenas R$200.

Ok, algumas pessoas podem argumentar o sábio fato de que ganhos passados não são garantia de ganhos futuros, e isso é correto. A moeda também era menos conhecida naquela época do que nos últimos anos. Mas, mesmo pegando apenas o ano de 2017, a moeda já apresentou um rendimento de mais de 300%, e essa valorização fica ainda maior considerando plataformas de investimento de Bitcoin, como o Quantum. Um ganho bem grande, em troca de um risco aceitável.

O investimento em Bitcoin, como em diversos outros ativos, é recomendado para o longo prazo, algo de no mínimo de 5 anos. Isso se deve ao fato de que, se analisarmos as características que fazem o Bitcoin ser tão interessante, é possível dizer que o preço está ainda apenas começando a subir. Muitas empresas e pessoas já usam a moeda, mas é uma parcela pequena da economia – aproximadamente de três a quatro milhões de pessoas – e que ainda pode crescer muito.

Mas, e se o Bitcoin eventualmente não vingar e parar de crescer tão rapidamente ou começar a declinar? Estamos falando aqui de diversificação de investimentos, certo? Você não perderá todo o seu capital, e terá corrido um risco aceitável para aproveitar uma oportunidade que raramente se apresenta aos investidores. Diversifique com Bitcoins!

A Atlas se dispõe a ajudá-lo nesse processo de diversificação com a moeda digital. Caso queira saber mais sobre como o Bitcoin funciona, você pode baixar o nosso ebook para iniciantes! Ou então, caso já queira comprar a moeda, basta clicar aqui, preencher o curto formulário e um dos nossos assessores entrará em contato para lhe auxiliar no processo!

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O Bitcoin caiu, mas você não precisa se desesperar

setembro 14th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos 0 comments on “O Bitcoin caiu, mas você não precisa se desesperar”

No período do final de agosto e começo do mês de Setembro, o preço do Bitcoin bateu o seu recorde histórico. Em alguns momentos, temporariamente chegou a alcançar valores até mesmo acima de 19 mil reais nas corretoras brasileiras. Mas a subida terminou, e agora o bitcoin caiu.

A moeda começou um período de baixa alguns dias atrás, com a cotação diminuindo gradualmente. Porém, nos últimos três dias, essa queda se tornou mais brusca, e agora o valor no mercado brasileiro está oscilando entre 12 e 13 mil reais. Entre os motivos para a queda, inclui-se a recente declaração do CEO do banco J.P Morgan, uma das maiores instituições financeiras do planeta, de que o Bitcoin é uma fraude. Mas o principal motivo para a queda foram as ameaças do governo chinês de fechar ou regulamentar mais fortemente as operações da exchanges na China.

Em meio a pânico de mercado, declarações sensacionalistas, boatos e algumas notícias verdadeiras, o resultado foi uma enorme quantidade de pessoas se desfazendo dos seus bitcoins e empurrando o preço da moeda para baixo.

Para muitas pessoas que compraram o Bitcoin há poucas semanas, essa queda soa bastante assustadora. Afinal de contas, é normal para a maioria dos investidores a dificuldade de se manter calmo quando o ativo que você aplicou cai mais de 30% em menos de 15 dias.

Porém, quem acompanha o Bitcoin há mais tempo sabe que essas quedas são bastante comuns, e que por enquanto a volatilidade ainda é uma característica da moeda. Vejamos apenas alguns exemplos de outro momentos em que o Bitcoin caiu em 2017:

Janeiro: queda de mais de 30% após o governo chinês aumentar a fiscalização sobre as exchanges chinesas (sim, não é a primeira vez que as regulamentações da China impactam no valor da moeda).

Março: No dia 10 de março, a rejeição do governo americano de aprovar o primeiro fundo de investimentos em Bitcoin nos EUA faz a moeda despencar mais de 20%. O Bitcoin se recupera da queda em cinco dias, para depois cair novamente 20% com a expectativa do Fork do Bitcoin Unlimited.

Julho: Temores em relação a outro possível hard fork do Bitcoin (que efetivamente se concretizou, originando o Bitcoin Cash) fazem a moeda cair mais de 40% ao longo do mês.

Ao longo de sua história, o Bitcoin já teve quedas bruscas dezenas de vezes. E provavelmente continuará sendo assim por mais alguns anos. Então o que faz o Bitcoin se recuperar novamente após seu preço despencar? O fato de que a maioria dos investidores no Bitcoin enxerga a moeda como um grande investimento para o longo prazo, independentemente das mudanças de preço agora.

O bitcoin tem tantas vantagens – transações mais rápidas, seguras, descentralizadas, baratas e privativas do que as moedas comuns, além da sua escassez natural – que muitas pessoas não se importam com as quedas agora, porque enxergam o BTC como um investimento de longo prazo e para manter se valorizando por vários anos, seja em uma carteira individual ou em plataformas de investimento, como o Quantum.

Então quando o preço começa a cair, quem acredita na moeda não apenas não vende, como também aproveita a baixa para comprar mais, pois sabe que daqui a vários anos, conforme as vantagens do Bitcoin provavelmente tornarem ele uma moeda cada vez mais comum, a sua escassez tornará a recuperação de preço praticamente inevitável. Como efeito comparativo, o valor de 12 mil reais hoje é visto como baixo, mas há bem pouco tempo atrás 12 mil reais era um recorde histórico para a moeda.

Por isso, nosso conselho é: se você comprou Bitcoin a 14, 15 ou até mesmo 19 mil reais, não se desespere. O fato do presidente do J.P Morgan ter dito que a moeda é uma fraude não significa muita coisa: como você pode conferir aqui, muitas pessoas bem conceituadas no mundo financeiro já apostaram contra o Bitcoin desde que a moeda valia poucos dólares, frequentemente por desconhecimento do ativo.

O fechamento ou regulamentação forte de exchanges na China, além de ter muitos boatos e informações pouco conclusivas, também não significa o apocalipse da moeda. A maioria dos países está se encaminhando para legalizar o BTC ou até mesmo já o reconhecem como um meio de pagamento, como é o caso do Japão. Os legisladores estão começando a perceber que proibir o BTC pode trazer fortes perdas: fuga não apenas de empresas e investimentos de dezenas e até centenas de milhões de dólares, como também fuga de capital humano, incluindo investidores, desenvolvedores, mineradores e outros membros da comunidade do Bitcoin.

Se você acha que o Bitcoin cairá mais após ter feito uma análise racional e aprofundada do mercado, pode ser uma boa ideia vendê-lo. Mas não venda por motivos fortemente emocionais, como “todo mundo está vendendo”, “perdi dinheiro”, “vi em um blog desconhecido que a China proibiu o Bitcoin” e outras coisas. O Bitcoin sempre foi um investimento voltado para quem acredita no potencial da moeda no longo prazo, e essas oscilações são mais comuns do que a maioria dos iniciantes nesse mercado pensam.

Portanto, não tome decisões precipitadas. Investimentos de longo prazo em criptomoedas inevitavelmente envolvem uma forte volatilidade. E, também, esteja atento caso esteja querendo comprar Bitcoin pela primeira vez: a oportunidade de comprar a moeda em um momento de queda, por um valor bem abaixo do seu topo histórico, é interessante. Caso queira comprar Bitcoin pela primeira vez ou renovar seu investimento no Quantum, a Atlas se dispõe a ajudá-lo, bastando enviar um e-mail para nós ([email protected]) ou solicitar uma assessoria gratuita para compra aqui.

Observação: Antes de tomar qualquer decisão em relação a investimentos financeiros, não se esqueça de avaliar a situação do mercado por sua própria conta e risco. Essa matéria não é uma recomendação de compra da Atlas. Esteja ciente dos riscos inerentes a qualquer aplicação financeira.

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Como comprar Bitcoins: confira como conseguir a moeda facilmente!

setembro 4th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos, Tutoriais 0 comments on “Como comprar Bitcoins: confira como conseguir a moeda facilmente!”

Cada vez mais pessoas querem saber como comprar bitcoins, e por diversos motivos: escapar de taxas bancárias, investir em um ativo com bom potencial de valorização ou até mesmo economizar em viagens internacionais. Porém, apesar de suas vantagens, é importante conhecer o básico sobre Bitcoin antes de adquiri-lo, para poder se sair melhor no mercado e aproveitar bem as vantagens da moeda digital.

Por isso, se você ainda não sabe exatamente o que é a moeda ou como ela funciona, a Atlas disponibiliza um ebook gratuito para iniciantes. Assim, antes de começar a investir, você já saberá o que é o Bitcoin, como ele funciona e para que ele serve. Acesse aqui!

Porém, caso já queira comprar Bitcoin agora, saiba que esse é um processo mais simples do que a maioria das pessoas imagina. Basicamente, você só precisa encontrar alguém de confiança que possua a moeda e esteja querendo vendê-la.

Esse processo pode ser feito de diferentes formas, e os dois métodos mais comuns são: comprar Bitcoin pelo intermédio de corretoras de bitcoin ou comprar diretamente de outra pessoa. Em caso de qualquer dúvida no procedimento, você pode entrar em contato com um dos nossos assessores aqui.

1 – Como comprar Bitcoins em corretoras de Bitcoin:

As corretoras de Bitcoin, também chamadas de exchanges ou bolsas, são plataformas online onde quem quer comprar a moeda encontra quem quer vender. Comprar em uma bolsa de BTC geralmente envolve quatro passos:

1 – Criar uma conta pessoal na corretora.

2 – Depositar na sua conta na Exchange a quantidade de reais que você deseja comprar em Bitcoin. Os depósitos podem ser efetuados de diferentes maneiras dependendo do seu banco e da corretora de Bitcoin escolhida, e o mais comum no Brasil é por meio de transferência bancária.

3 – Trocar os seus reais por bitcoins, pela cotação do momento. Por exemplo: se você depositou 1000 reais, e o Bitcoin está custando 16 mil reais a unidade, você poderá comprar aproximadamente 0.0625 BTC (sem considerar taxas de corretagem, que falaremos mais abaixo).

4 – Após ter adquirido os Bitcoins, retire-o da corretora e o envie para alguma carteira digital de Bitcoin ou para o Quantum. Como você pode conferir aqui, as carteiras digitais são diferentes formas de armazenar criptomoedas. Já o Quantum é uma plataforma para investimentos em Bitcoin que lhe dá rendimentos diários em cima da sua aplicação, cujo funcionamento detalhado pode ser encontrado aqui.

Cada exchange possui instruções específicas sobre como realizar o cadastro e a compra. Lembre-se de que elas podem cobrar taxas para as suas operações, como depósito de reais, compra e venda de Bitcoin e saques em reais e Bitcoins. Você pode conferir a tabela completa das taxas nas bolsas brasileiras no site Biscount.io.

Atualmente, as principais exchanges do país são a Walltime, Bitcoin to You, Foxbit e  Mercado Bitcoin.

Caso possua alguma dúvida no processo como comprar bitcoins em uma corretora, a Atlas pode disponibilizar um assessor gratuito para ajudá-lo no processo, bastando solicitar aqui.

2 – Como comprar Bitcoins diretamente de outra pessoa

A maneira mais fácil de comprar bitcoin de uma forma pessoal, sem depender de uma exchange, é entrando em contato com algum amigo ou conhecido de confiança que já possua a moeda e oferecer dinheiro em troca de uma transferência do Bitcoin para a sua carteira digital ou para o seu endereço de depósito no Quantum.

Se você for um comerciante, também é possível aceitar Bitcoin como meio de pagamento em troca de seus produtos e serviços. Também é possível comprar através da própria Atlas Project, bastando clicar aqui.

Além disso, existem os mercados online de Bitcoin, também chamados de marketplaces ou mercados peer-to-peer. Basicamente, são plataformas virtuais onde você encontra pessoas negociando a moeda de forma direta. Ou seja, você envia o dinheiro diretamente para um vendedor, e ele lhe transfere a moeda virtual, sem o intermédio de uma exchange de bitcoin.

Por causa disso, esses mercados possuem mais opções preço e meios de pagamento, porém lembre-se de sempre verificar os antecedentes dos vendedores para não tomar um calote. Os principais sites de compras diretas são o LocalBitcoins e a Paxful.

A Atlas Project sabe que muitas pessoas têm dúvidas sobre como comprar bitcoins. Por isso, nós podemos disponibilizar um assessor gratuito pra lhe ajudar na sua primeira compra com a moeda, podendo essa compra ser através da própria Atlas Project! Basta clicar aqui, preencher alguns dados e nós entraremos em contato.

Para quem já investe em Bitcoin, a Atlas também desenvolveu o Quantum, uma plataforma para investimentos automatizados com Bitcoin. Para mais informações, acesse aqui!

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Bitcoin é Bolha, disse a Forbes quando a moeda valia 32 dólares

agosto 28th, 2017 Posted by Bitcoin, Reportagens 0 comments on “Bitcoin é Bolha, disse a Forbes quando a moeda valia 32 dólares”

O preço do bitcoin teve uma alta histórica nesta segunda-feira: ultrapassou 3400 dólares*. Esse recorde faz morderem a língua muitos analistas que poucos anos (e meses) atrás disseram que o Bitcoin é bolha financeira, e que previram a queda do preço e até o fim da onda das criptomoedas.

“Está cada vez mais claro que o recorde de 32 dólares neste 8 de junho representa o pico de uma bolha especulativa que está aos poucos estourando”, disse o colunista de tecnologia Timothty B. Lee na Forbes em 7 de agosto de 2011.

“Estamos testemunhando a bolha das tulipas em tempo real”, disse Art Cashin, diretor de operações do banco UBS, em 3 de abril de 2013, quando o bitcoin custava 140 dólares. Sete meses depois, a moeda pela primeira vez ultrapassaria os mil dólares.

Para ser justo com esses analistas, é preciso dizer que quando eles fizeram essas previsões era difícil considerar racional a evolução do preço da criptomoeda.

Até o começo de 2010, a moeda simplesmente não tinha valor. Em 17 de maio daquele ano, quando um americano comprou uma pizza por 10000 bitcoins (o equivalente hoje a 34 milhões de dólares), o negócio parecia uma pechincha, pois na época o bitcoin custava menos de meio centavo de dólar.

Mas fechou 2010 em 36 centavos. Em fevereiro de 2011, alcançou a paridade com dólar. Em maio já custava 9 dólares; em junho triplicou em só uma semana, chegando a 27 dólares. Por mais consistência que o bitcoin mostrasse, era claro que o comportamento irracional e a euforia de investidores guiavam o preço, ou seja: uma bolha se formava.

E ela estourou.  Depois de um recorde de 31 dólares em 8 de julho de 2011, o preço do bitcoin despencou para dois dólares em dezembro de 2011. Só em março de 2013 a moeda voltou ao patamar dos 30 dólares, quando mais uma bolha se formou.

Em abril de 2013, mês em que o analista do UBS comparou o bitcoin à mania das tulipas da Holanda do século 17, a moeda tinha triplicado de valor em duas semanas. Muita gente comprava bitcoin só porque outros estavam comprando. Mas uma hora não teve mais quem comprasse, e o preço foi ladeira abaixo.

Depois do recorde de 1165 dólares em novembro de 2013, o bitcoin chegou a chegou a 230 dólares em 2015 – e só agora, no começo de 2017, voltou aos níveis de 2013.

O que faz o bitcoin renascer depois dessas pequenas bolhas é sua oferta limitada. No caso das tulipas do século 17 ou de imóveis nos dias de hoje, a oferta pode aumentar quase indefinidamente. Chega um momento em que há apartamentos demais para poucos compradores, e o preço despenca. Já a oferta de bitcoins é limitada pelo sistema: sua mineração se torna cada vez mais difícil com o tempo. A melhor comparação para o bitcoin não são as tulipas holandesas, mas valiosas barras de ouro.

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*Valor quando a matéria foi escrita, no dia 07/08/2017

O artigo “Bitcoin é bolha” foi originalmente escrito por Leandro Narloch para o jornal A Gazeta do Povo, com o título: “Bitcoin a 32 dólares é bolha”, disse a Forbes em 2011

Ainda está desconfiado e pensa que Bitcoin é bolha? Gostaria de entender mais sobre a criptomoeda? Baixe o nosso Guia definitivo para Iniciantes em Bitcoin!

Já investe em bitcoins? Sabia que existem softwares que realizam operações financeiras automatizadas com a moeda? Confira o Quantum!

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Bitcoin Hoje: descubra quanto você teria ganho investindo em Bitcoin!

agosto 23rd, 2017 Posted by Bitcoin, Entretenimento, Investimentos 0 comments on “Bitcoin Hoje: descubra quanto você teria ganho investindo em Bitcoin!”

Quanto você teria ganho se tivesse investido em Bitcoin quando conheceu a moeda pela primeira vez? Foi em recentemente ou há alguns anos atrás? Quis investir cem ou mil reais? A ferramenta Bitcoin Hoje faz esse cálculo, baseado na data de investimento e na quantidade que teria sido investida. Acesse abaixo e descubra!

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O que achou do Bitcoin Hoje? Gostaria de aprender mais sobre a criptomoeda?

Em geral, quanto mais antiga a data, maior o retorno que o Bitcoin proporciona. Isso se deve ao fato da moeda possuir uma oferta limitada, porém uma demanda que cresce continuamente, o que faz o ativo se valorizar no longo prazo. Para saber mais sobre a criptomoeda, baixe o nosso Ebook para Iniciantes em Bitcoin e confira uma lista de 10 artigos sobre o BTC abaixo:

– Conheça as Lojas que aceitam Bitcoin!Dell, Microsoft e Steam são apenas alguns dos milhares de estabelecimentos que aceitam a criptomoeda ao redor do mundo!

– Empreendendo com o Bitcoin: trabalhe no setor e lucre com as oportunidades tecnológicas que a moeda permite!

– A liberdade econômica e o Bitcoin: entenda como a criptomoeda está trazendo mais liberdade para a sociedade.

– Acompanhe a cotação do Bitcoin hoje mesmo, com os melhores sites e aplicativos para esse serviço.

– Viajando com o Bitcoin: com o Bitcoin e algumas ferramentas como cartões e caixas eletrônicos, é possível viajar ao redor do mundo inteiro.

– Entenda o Anonimato do Bitcoin: o que faz a moeda ser privativa, e o que pode derrubar essa privacidade.

– Entenda o que é um ICO, uma Crowdsale e porque o mercado de Startups está sendo revolucionado pelo Bitcoin.

– O Governo e o Bitcoin: descubra o projeto que quer regulamentar o Bitcoin, e porque ele é perigoso.

– Organizações Humanitárias e o Bitcoin: Cruz Vermelha e Greenpace são algumas das organizações que já aceitam doações pela criptomoeda!

– Potencial de mercado do Bitcoin: o que falta para que a criptomoeda se torne universalmente aceita?

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Netflix acaba de disponibilizar novo documentário sobre o Bitcoin!

agosto 14th, 2017 Posted by Bitcoin, Entretenimento, Notícias 0 comments on “Netflix acaba de disponibilizar novo documentário sobre o Bitcoin!”

Hoje, a Netflix disponibilizou no seu catálogo um documentário sobre o Bitcoin, chamado Banking on Bitcoin (lançado em português como “Banco ou Bitcoin”).

O filme aborda a história e o funcionamento da moeda digital Bitcoin, bem como sua disrupção tecnológica e o seu alto uso potencial pela sociedade. Para isso, o documentário inclui diversas entrevistas com diferentes especialistas, entusiastas, ativistas e investidores do ramo. Sendo uma moeda descentralizada, desregulamentada e inovadora, o Bitcoin pode romper com toda a estrutura tradicional do sistema financeiro ou essa é apenas uma ideia utópica?

Com duração aproximada de uma hora e meia, o documentário é dirigido por Christopher Cannuciari e produzido pela Gravitas Ventures, uma famosa produtora de filmes independentes. A produção já havia sido lançada em diferentes plataformas de streaming e em alguns cinemas no começo de 2017, mas agora está alcançando uma grande visibilidade com o lançamento na Netflix.

Caso seja cadastrado na Netflix, você pode assistir o documentário aqui.

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Gostaria de saber mais sobre Bitcoins? Baixe o nosso Guia definitivo para Iniciantes em Bitcoin!

Você sabe tudo sobre Bitcoin? Descubra fazendo o nosso Quiz de Bitcoin!

Quarto de dormitório de trabalhadores de mina de bitcoins

Como vivem os chineses que trabalham com a mineração de bitcoins?

agosto 9th, 2017 Posted by Bitcoin, Mineração, Reportagens 0 comments on “Como vivem os chineses que trabalham com a mineração de bitcoins?”

Alguma vez você já se perguntou como é a vida nas instalações de mineração de bitcoins? Uma reportagem jornalística e um trabalho de fotografia revelaram, recentemente, como vivem os chineses que mineram bitcoins na província de Sichuan.

No dia 11 de julho, o canal chinês CCTV-2 transmitiu um documentário especial sobre instalações de mineração de bitcoins localizadas em Kangding, na região sudoeste da China. O jornalista do canal de notícias foi até uma área montanhosa em Sichuan para visitar um centro de dados de mineração de três andares. Cada andar se encontra repleto de equipamentos de mineração, colocados em prateleiras de metal e circundado por grandes ventiladores.

O canal também entrevistou Wang, o jovem proprietário do centro de dados que gere cinco instalações de mineração na região. De acordo com uma tradução de uma publicação local, a 8btc, Wang afirma gerir um centro de dados de dimensão média – e que ainda poderá crescer. Afirmou que são mineradas 16 BTC por dia – pelo atual preço do Bitcoin, cerca de 50 mil dólares.

“Somos uma fábrica de mineração de dimensão média com 5 mil máquinas” – Explicou Wang. “Ainda temos espaço para pelo menos outros 5 mil equipamentos”.

Wang e o gerente de operações do centro de dados, Xu, afirmam que muitas pessoas estão optando por criar instalações de mineração em Xinjiang, Sichuan, Yunnan e na Mongólia interior. O motivo? A eletricidade mais barata, gerada por estações hidrelétricas localizadas nas montanhas.

Wang detalha que a eletricidade na China costuma custar 0,7 yuan por KwH. Porém, quando ocorre uma combinação de todas as estações hidrelétricas vizinhas, o preço final para aqueles que mineram bitcoins passa a ser apenas 0,3 yuan por KwH.

“[A eletricidade] é diretamente transmitida de estações hidrelétricas próximas.” – Afirmou Wang ao canal. “É principalmente por isso que criamos as instalações aqui. A mineração de bitcoins consome bastante eletricidade – 50% das nossas receitas são destinadas basicamente para pagar a conta de luz.”

Um dos motivos para a energia elétrica mais barata foi um acordo feito com as estações hidrelétricas próximas, que envolve a concessão de parte dos lucros. As estações fornecem eletricidade em troca de partilha dos lucros daqueles que mineram bitcoins. É uma situação ganha-ganha.

“Porque devemos pagar impostos?”

Porém, de acordo com a transmissão do canal, um executivo da Sichuan Electric Power Company afirmou que as instalações de mineração não deveriam realizar parcerias com as estações hidrelétricas. De acordo com ele, os locais foram investigados em busca de irregularidades fiscais, embora ainda não haja nenhuma ação concreta desde as últimas inspeções do governo chinês. Wang afirma que não paga impostos com a receita obtida pela mineração:

“Porque eu deveria pagar? Estamos minerando bitcoins, é tudo uma questão de capacidade computacional. É como jogar jogos. Porque devemos pagar impostos por jogar?”

Os trabalhadores envolvidos com a mineração de Bitcoins

Um trabalho fotográfico de Liu Xingzhe cobriu o interessante mundo das minas de bitcoins chinesas. As suas fotos mostram trabalhadores em centros de dados em outra área da província de Sichuan vivendo em dormitórios e tomando conta de máquinas por semanas a fio. A maioria dos trabalhadores viajou de outras terras até à região remota em busca de um melhor salário.

Lui, proprietário de mina de bitcoins na província de Sichuan

Lui, proprietário de mina de bitcoins na província de Sichuan

 

Trabalhador de centro de dados de bitcoins consertando máquinas durante a noite

Trabalhador de centro de dados de bitcoins consertando máquinas durante a noite

 

O trabalho é durante o dia todo, e eventualmente inclui correções de falhas nas máquinas durante a noite. Todavia, a qualidade de vida é maior do que para a média dos trabalhadores chineses – o suficiente para atrair operários de diversas províncias. O proprietário de outra instalação (Lui, nas fotos) afirmou que moveu a sua operação de mineração de Henan para Sichuan para aproveitar a eletricidade da região – mais barata. Além disso, sinalizou que administra cerca de 7 mil equipamentos de mineração para clientes localizados em toda a China.

Lui se encontrando com clientes no seu centro de dados

Lui se encontrando com clientes no seu centro de dados

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Quarto de dormitório de trabalhadores de mina de bitcoins

Um dos trabalhadores das minas de bitcoins explicou que a cidade mais próxima fica a cerca de 32 km de distância, não havendo locais para gastar dinheiro nas instalações. “Temos um lado bom de que enquanto morarmos nas instalações, não temos onde gastar o nosso dinheiro. Por causa disso, podemos economizar praticamente todo o nosso salário.” – declarou um mineiro para um dos fotógrafos.

E você, o que acha dessas “fazendas de mineração”? Comente abaixo!

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Texto adaptado da tradução do InsiderPro; Matéria original via Bitcoin.com

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O Bitcoin pode proteger europeus de terem contas bancárias congeladas

julho 31st, 2017 Posted by Bitcoin, Investimentos, Notícias, Segurança 0 comments on “O Bitcoin pode proteger europeus de terem contas bancárias congeladas”

Imagine se você acordasse e descobrisse que, repentinamente, está impossibilitado de sacar qualquer valor das suas contas bancárias.

De acordo com uma nova proposta da União Europeia, é exatamente isso o que pode acontecer. A ideia é que os países tenham autoridade para impedir temporariamente saques de contas de bancos em dificuldades financeiras.

A medida proposta foi elaborada pelo presidente da Estônia, segundo a Reuters. O rascunho da proposta diz que os pagamentos bancários podem ser temporariamente interrompidos por cinco dias úteis. A suspensão, no entanto, pode ser prolongada até um máximo de 20 dias em situações excepcionais.

A medida destina-se a apoiar os bancos comerciais que estão em má situação ou susceptíveis de entrar em bancarrota. O objetivo é evitar possíveis corridas bancárias.

No entanto, aqueles que estão contra a proposta argumentaram que ela pode até afetar negativamente a confiança dos clientes bancários. Essa baixa confiança pode até acelerar as retiradas dos bancos que estejam com rumores de problemas.

 Além disso, o bloqueio de saques não deixa de ser uma clara violação da liberdade financeira dos clientes. Somado a isso, existe o agravante da organização estar ajudando bancos incompetentes que, sem ajuda externa, já deveriam ter falido há bastante tempo.

Nos últimos meses, muitos bancos de alguns países da União Europeia, particularmente na Itália, estiveram em problemas e provocaram um estado de alerta nos seus usuários.

Quando o sistema bancário tradicional falha, não só os consumidores sentem mais necessidade de recorrerem a opções alternativas como as moedas digitais, mas até mesmo ex-banqueiros passam a considerar a criptografia uma parte essencial do futuro dos bancos.

Ainda não há consenso sobre o assunto

A medida foi proposta em meio ao fracasso dos países membros da organização em encontrar uma solução efetiva em relação aos bancos em dificuldades. Também foi feito menos de dois meses após a falência do Banco Popular, da Espanha, devido em parte a uma corrida bancária.

A proposta ganhou o apoio dos países da UE, como a Alemanha, que já autorizam uma moratória sobre os pagamentos bancários durante os processos de insolvência a nível nacional.

Os grupos de bancos, no entanto, se opuseram fortemente à medida, alegando que ela desencorajaria as pessoas a economizarem seu dinheiro nos bancos.

De acordo com Charlie Bannister, do lobby bancário “Association for Financial Markets in Europe” (AFME), a proposta inicialmente incentivará os depositantes a fugirem o máximo possível dos bancos.

De acordo com um oficial da UE, a medida proposta já foi abordada por diplomatas da UE em 13 de julho, mas não houve uma tomada efetiva de decisão. A programação é a continuidade do debate em setembro. A decisão final, no entanto, precisa da aprovação dos legisladores da União Europeia.

Usando o Bitcoin, e não contas bancárias, para proteger o seu patrimônio

A proposta da UE aumenta o interesse da população no uso de criptomoedas como uma forma de defender seu patrimônio pessoal.

O Bitcoin e outras moedas digitais não podem ser arbitrariamente controladas pelo governo. A natureza descentralizada do Blockchain torna impossível um “congelamento de saques” ou paralisação de contas bancárias em uma conta de Bitcoin.

Com o Bitcoin o usuário é o seu próprio banco. Portanto, ele não precisa de terceiros para realizar as suas transações financeiras.  Com o devido controle de seus endereços privados, a pessoa pode enviar os seus bitcoins a qualquer momento para qualquer um. É um sistema cujo funcionamento e confiança são baseados na criptografia e na matemática, ao invés da necessidade de acreditar que o banco não seja fraudulento ou que não esteja em risco de insolvência.

A expectativa é que, quanto mais o sistema bancário tradicional mostra suas falhas, mais as pessoas tendem a se interessar por criptomoedas descentralizadas.

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Texto traduzido e adaptado parcialmente do artigo original escrito por Joshua Althauser, do CoinTelegraph.

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Daniel Fraga – o homem que utilizou Bitcoins para evitar uma extorsão judicial

julho 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Notícias 0 comments on “Daniel Fraga – o homem que utilizou Bitcoins para evitar uma extorsão judicial”

Durante as eleições para prefeito em 2012, o paulistano Daniel Fraga publicou um vídeo no Youtube criticando um candidato à prefeito de São José dos Campos. O vídeo em questão comentava o fato do candidato requisitar ao judiciário um mandato para remover memes negativos contra a sua campanha, os quais estavam fazendo sucesso no Facebook.

No vídeo, ele também criticou o juiz que acatou a exigência do candidato e deu a ordem de tirar da rede diversos memes famosos. Além disso, o juiz em questão também estabeleceu uma multa para qualquer um que continuasse a publicar e compartilhar os conteúdos “ofensivos”. Fraga continuou gravando mais vídeos sobre a situação, e o juiz o processou, solicitando uma indenização por “danos morais”. Começava a luta de Daniel Fraga pela liberdade de expressão.

 

A liberdade de expressão e o direito de criticar

Mesmo com os processos, Fraga não recuou e gravou outro vídeo acusando o juiz de tentar censurar seu conteúdo do YouTube. Além disso, Fraga também se recusou a tirar o vídeo original. Ele incentivou seus seguidores a baixarem e reenviarem o vídeo para todas as mídias sociais, a fim de aumentar a conscientização sobre a sua situação. Ele também fez várias declarações deixando claro que ele não tinha a intenção de dar um único centavo ao juiz para obter danos.

Como Fraga não poderia ser preso por simplesmente gravar vídeos, o  juiz tentou usar o poder de extorsão para silenciar e censurar Fraga. Ele exigiu o pagamento de uma multa de 5000 mil reais para cada vídeo feito sobre o tema. Em uma nova gravação, Fraga perguntou ao juiz se ele estava familiarizado com o Bitcoin. Ele mencionou que, se ele convertesse todo o seu dinheiro para a criptomoeda, o seu patrimônio seria praticamente intocável pelo governo ou por qualquer outra pessoa. Neste vídeo, Fraga desejou “boa sorte ao juiz para tentar acessar a minha carteira de Bitcoin”.

Com raiva, o juiz aumentou a censura e pediu “segredo da justiça” no caso. Basicamente, Fraga estava teoricamente proibido de comentar publicamente qualquer coisa sobre o processo. Naturalmente, as ameaças só serviram para incentivar Fraga a continuar fazendo mais vídeos. Embora ele soubesse que as probabilidades estavam contra ele e que o caso provavelmente seria perdido, ele se recusou a capitular.

Fraga não apenas denunciava a corrupção dentro do sistema judiciário, como também mencionava publicamente todos os nomes das pessoas envolvidas no seu processo e exortava os seguidores preocupados com a liberdade de expressão a fazerem chamadas e enviarem e-mails para os perpetradores da campanha de censura contra ele.

Depois de toda a pressão e exposição, o juiz finalmente desistiu e retirou o processo. Uma grande vitória para Fraga e para a liberdade.

 

Um novo processo e a vitória final de Daniel Fraga

Vendo o Bitcoin como uma tecnologia revolucionária e disruptiva, Daniel Fraga transformou todo o seu patrimônio pessoal em Bitcoin. Na época, a moeda ainda era pouco conhecida e não aparecia em nenhuma classificação jurídica brasileira.

No ano de 2014, ele foi novamente processado, dessa vez por um político do Rio do Janeiro. Mais uma vez, ocorreram ameaças de confisco financeiro e censura contra o seu canal no YouTube. Diferentemente do caso anterior, dessa vez o político venceu o caso na justiça. Logo foi emitido um mandato autorizando o confisco de todo o dinheiro necessário para pagar os danos morais e os processos judiciais.

Porém, para a surpresa do político e dos demais envolvidos, quando a conta bancária de Fraga foi congelada e confiscada, o único dinheiro para ser tirado era um saldo simbólico de 15 reais. Tudo já havia sido convertido em Bitcoin há bastante tempo.

Com essa operação, Daniel Fraga não apenas conseguiu proteger todo o seu patrimônio pessoal, como também multiplicou enormemente o seu capital financeiro. Por meio das datas dos vídeos de seu canal, é possível estimar que a conversão total do seu patrimônio para bitcoins tenha ocorrido durante a metade de 2013, quando o Bitcoin valia pouco menos que 100 dólares. Hoje, a cotação é de mais de 2500 USD.

A história de Daniel Fraga encoraja as pessoas do mundo todo a lutarem contra a tirania e a injustiça. Mas além disso, também mostra o grande potencial disruptivo das criptomoedas. Muitas pessoas podem tentar subverter e limitar o potencial das moedas digitais. Porém, devido à sua natureza descentralizada, criptografada e livre, elas continuarão sendo uma tecnologia revolucionária na luta pela liberdade de expressão e para a limitação dos abusos de estado.

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Texto traduzido e adaptado do artigo original escrito por Maurício F. Bento, veiculado no FEE.

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